e- revista
Uma bagagem cheia de histórias: Dicas para quem adora viajar

 

Viajar é sempre uma ótima opção, conhecer lugares novos, novas culturas e sabores.  E quem é que não gosta de viajar?

Porém, para organizar uma viagem é preciso de tempo para planejar os detalhes e o mais difícil: escolher o destino. Para isso, a Terra Vermelha falou com a Publicitária Andi Willig do blog Ela foi viajar. Em algumas trocas de e-mails, a publicitária nos deu algumas dicas super bacanas.

Com uma bagagem cheia de histórias ela organizou alguns itens indispensáveis na hora de arrumar as malas, e até mesmo do que você vai precisar fazer antes de começar a arrumá-las.  Segundo Andressa, viajar para o exterior requer organização e conhecimento, para não ter erro. “As regras variam de acordo com o destino, então vou resumir segundo as minhas experiências pela América Latina e Europa”.  Confere as dicas que ela organizou especialmente para você.

“Não mais carros, casa própria ou qualquer outro investimento material, desejamos dar um destino diferente para as nossas economias, queremos viajar. Eu me incluo, e muito, nessa grande parcela de jovens que buscam, através de viagens, o crescimento pessoal e profissional, além de explorar o mundo e outras culturas”, Andi Willig.

1.      Passaporte, visto e seguro viagem

A maioria dos destinos latinos não exigem o passaporte, porém ele é documento indispensável para quem quer conhecer qualquer outro lugar do mundo. Para conseguir o visto, com exceção dos Estados Unidos, é preciso que o passaporte seja válido por, no mínimo, 6 meses a partir da data de ingresso no destino.

DICA:Para fazer o passaporte é só entrar no site da Polícia Federal e fazer o requerimento.

O visto varia muitode país para país e de situação, se é turismo, estudos, trabalho, etc.

Na Inglaterra e na Irlanda o visto é concedido, ou não, lá mesmo e não tem custo, e isso vale para os países da Europa no geral.

Alguns documentos são necessários para conseguir a permissão. O passaporte, carta da escola (se for estudar), passagem de volta, comprovante de acomodação, algum documento que comprove vínculo com o Brasil entre alguns outros, sempre depende de qual visto você quer.

É muito necessário pesquisar bem certinho o que vai precisar.

Em Dublin, fiz um curso de 3 semanas, consegui visto de turismo por 3 meses. Em países do Mercosul não tem toda essa burocracia.

O seguro viagem é obrigatório para o ingresso em alguns países da Europa. A gente acha que não vai precisar, mas é melhor garantir do que ter que desembolsar uma pequena fortuna caso qualquer coisa aconteça no exterior. Eu sempre fiz, e nunca precisei (ainda bem!).

 

2.       Pesquisar destino e fazer roteiro

A decisão por um destino é sempre um sufoco para mim. Com tantos lugares superatrativos às vezes fica difícil escolher. Mas, depois de definido, começam as pesquisas.

Quando fui para a Argentina, no final de 2015, eu já tinha uma boa base do que iria encontrar, pois não era minha primeira vez. Porém, foi a primeira vez que fui “sozinha”, então, li bastante em blogs e sites o que estava acontecendo no país, um pouco da história e dos lugares turísticos.

Procurar por atrações menos visitadas pelos turistas também é uma dica legal. A gente acaba conhecendo um pouco mais da cultura e costumes dos nativos.

Fiz isso na segunda vez que visitei Curitiba. Depois de uma pesquisa que durou até a última semana antes da viagem, elaborei um roteiro bem bacana com lugares populares e outros nem tanto. Por mais que a gente não o siga ao pé na letra e acabe descobrindo lugares diferentes conversando com outras pessoas, é bom ter uma referência.

 

3.      Acomodação

Há muitas opções de acomodação hoje em dia, e não tem como dizer qual é a melhor. Vai depender do destino, necessidades e expectativa.

Em Londres fiquei em casa de família. Uma experiência ótima, mas que vai variar de acordo com a família e cultura.

Outra opção para quem vai fazer intercâmbio são os residenciais estudantis. Em Dublin fiquei 3 semanas morando em uma casa com mais 8 pessoas, em média, de diferentes partes do mundo.

Em Buenos Aires foi em um Hostel. Muito legal porque está todo mundo na mesma vibe e acabamos conhecendo histórias e fazendo amizades.

 

CURIOSIDADES:

O Airbnb (https://goo.gl/HwjFuY):  é uma das maneiras mais baratas de acomodação que encontramos no mundo inteiro. Em Liverpool fiquei na casa de um inglês que morava sozinho e disponibilizava um dos quartos para aluguel. E foi bem isso, tinha acesso à cozinha, banheiro e sala além de algumas regrinhas. Muito tranquilo. Funciona com avaliação de hospede e anfitrião e se algo dá errado a empresa ajuda a resolver o problema.

 

4.     Malas: levar só o que for usar

Não é muito fácil fazer isso. Quando fui para Dublin quis economizar espaço e tempo, resultado: tive que fazer comprinhas básicas para não morrer de frio. Eu sabia que era gelado, mas não imaginei que a diferença era tão grande, principalmente pelos ventos e chuva. Faltou consultar esse detalhe.

Pesquisar o clima e as temperaturas é muito importante. O frio não é igual em todos os lugares, nem o calor.

“Uma dica que li em algum lugar e amei foi: Leve apenas o que você consegue carregar sem passar sufoco.”

Gostou? Essas são algumas das centenas de dicas que Andressa carrega em sua bagagem e organizou para os leitores da Terra Vermelha, e ainda acrescentou.  “Se desse, o texto teria rolagem infinita. É isso que viajar proporciona,  experiências e histórias para contar”.  

Quem quiser conhecer um pouco mais da Andi, e das suas viagens, pode conferir no seu blog www.elafoiviajar.com